O novo relatório da Parks Associates recém publicado denominado "Seeing the Unseen: Delivering Connectivity with Confidence" analisa como a experiência de conectividade residencial está se tornando o principal fator de diferenciação entre os provedores de internet, em um mercado cada vez mais competitivo impulsionado pela expansão da fibra óptica, redes 5G FWA (Fixed Wireless Access) e serviços via satélite de baixa órbita, como Starlink.
Embora
as velocidades de acesso continuem aumentando, o estudo conclui que os
consumidores já atingiram níveis de desempenho considerados suficientes para a
maioria das aplicações. Nesse cenário, a qualidade da experiência dentro da
residência — especialmente a cobertura Wi-Fi — passa a ser mais importante do
que a velocidade nominal contratada.
Entre
os principais pontos destacados pelo relatório estão:
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A qualidade da rede Wi-Fi doméstica tornou-se um fator decisivo para a
satisfação dos usuários e para a fidelização dos clientes.
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Problemas como áreas sem cobertura (dead spots), lentidão percebida e
dificuldades de atendimento ao cliente impactam fortemente os indicadores de
satisfação e aumentam significativamente o risco de troca de provedor.
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O ambiente físico da residência influencia diretamente o desempenho da
conectividade. Posicionamento inadequado de roteadores, obstáculos
arquitetônicos, mobiliário e características construtivas frequentemente
degradam a qualidade do sinal.
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Equipamentos modernos, como roteadores Wi-Fi 6, Wi-Fi 6E e Wi-Fi 7, além de
sistemas mesh, tornam-se elementos estratégicos para melhorar a
experiência do usuário.
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Aplicativos de autoatendimento ganham relevância ao permitir que os próprios
consumidores identifiquem e solucionem problemas básicos de conectividade sem
necessidade de suporte presencial.
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O uso de Inteligência Artificial Visual surge como uma nova ferramenta para
diagnóstico remoto. A tecnologia permite analisar fotos e vídeos enviados pelos
usuários para identificar erros de instalação, posicionamento inadequado de
equipamentos, obstáculos físicos e outros fatores que afetam a qualidade da
rede.
O
estudo conclui que o futuro da conectividade residencial dependerá cada vez
mais da combinação entre infraestrutura de rede, equipamentos inteligentes,
aplicativos de suporte e ferramentas de IA capazes de compreender o contexto
físico onde a conexão é utilizada. Mais do que fornecer banda larga, os
provedores precisarão entregar uma experiência digital completa, confiável e de
alta qualidade dentro dos ambientes residenciais.
Comentário para o mercado brasileiro
Embora
o estudo tenha sido desenvolvido para o mercado norte-americano, suas
conclusões são altamente relevantes para o Brasil.
O crescimento das casas conectadas, dispositivos IoT, automação residencial,
streaming, videoconferência e sistemas de segurança inteligentes está elevando
a importância do projeto de conectividade dentro das edificações.
Isso reforça a necessidade de considerar infraestrutura digital, Wi-Fi de alta
performance e automação já nas etapas de projeto arquitetônico e de engenharia,
transformando a conectividade em uma disciplina estratégica para residências,
condomínios, hotéis e edifícios corporativos.
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Se quiser solicitar uma cópia do relatório da Parks Associates (arquivo PDF original em ingles), envie uma mensagem utilizando este link

